Chegamos no "horário de pico" do almoço e, apesar de haver algumas pessoas na fila, não esperamos muito para conseguir uma mesa. A fila fica organizada do lado de fora, e constantemente um funcionário fica de olho para ir acomodando os clientes, de forma bem ágil, à medida que as mesas vão sendo desocupadas.
O restaurante possui dois ambientes principais: um deles com mesas e cadeiras, e outro com mesas e pequenas poltronas, que foi onde ficamos. As poltronas eram confortáveis, mas tinham um defeito: não eram cadeiras. Pois é, acredito que uma poltrona seja feita para descansar, assistir TV, ler uma revista. Para fazer uma refeição à mesa, acredito que a cadeira seja um objeto mais apropriado.
Depois descobri que, no jantar, o espaço vira uma espécie de "salão de karaokê", onde as pessoas comem petiscos, ingerem bebidas à base de álcool e exteriorizam o seu talento musical (ou algo próximo disso). Portanto, nesse caso as poltronas até que fazem sentido.
Voltando ao nosso almoço: os pratos chegaram de forma rápida e, tão importante quanto isso, chegaram todos juntos à nossa mesa. Nos restaurantes que costumo frequentar na hora do almoço, é comum os pratos da mesa chegarem em momentos diferentes, obrigando-nos a ficar assistindo o nosso colega atacar o prato, ou então a ficarmos sem graça, comendo devagar, esperando o prato do colega chegar à mesa. Mas aqui o timing foi perfeito.
Mas enfim, voltando novamente ao almoço: a especialidade da casa é teishoku, mas há também curry (ou karê, para os mais íntimos), yakisoba, udon e lamen. O prato do dia era teishoku de frutos do mar:
Eu pedi o teishoku de korokke (croquete de batata com carne moída), que acompanha arroz, missoshiru, e uma pequena porção de pepino e espinafre, ambos em conserva. De sobremesa, pedaços de melancia.

O croquete estava simplesmente espetacular. A "casquinha" era grossa, bastante crocante por fora, e estava macio e suculento por dentro. Muito bom mesmo, um dos melhores que já comi (melhor inclusive que os do Bueno, e olha que os croquetes de lá também são ótimos). Destaque também para o molho da salada, que parecia ser feito à base de missô (pasta de soja) e gergelim, bastante saboroso.

Pedimos também yakisoba, que veio personalizado: sem cebola e sem pimentão, exatamente de acordo com o que um dos colegas havia pedido.
Onde: Av. Paulista, 854 (Top Center) - piso superior.
Quanto: teishoku de korokke por R$ 36,00; teishoku de frutos do mar por R$ 52,00.
Ponto positivo: qualidade da comida; atendimento; agilidade na chegada dos pratos.
Ponto negativo: as poltronas são um pouco desonfortáveis para uma refeição à mesa.
Vale a pena? Os preços não são muito populares, por assim dizer, mas a qualidade é muito boa. Pra ir de vez em quando, certamente compensa.
fui uma vez... o kare era bom...
ResponderExcluirCara vc tem que conhecer o restaurante vegetariano cheiro verde ali na peixoto gimide. É apertadinho mas muito bom. A panqueca de ricota com espinafre parece prato de cantina. Adoro.
ResponderExcluirPuuutz agora q vi q vc ja foi la. Mas valeu, indiquei o blog para meus colegas aqui na sao carlos do pinhal. Abcs!
ResponderExcluirImagine Alberto, eu é que agradeço pelo contato! Abraço!
ExcluirKoji, pq parou de postar? Seus posts são a inspiração dos almoços da galera!! rsrs Caso esteja, sem sugestão. Sugiro conhecer o Venezinha, que fica na galeria de xing-ling perto da saída do metrô brigadeiro. Eles abrem 12h e o espaço é peq...Abraços
ResponderExcluirOi Marcela, tudo bem? Dei uma pausa nos posts, mas pretendo retomá-los em breve! Obrigado pelo elogio e também pela dica, certamente vou conferir! Abraço!
ExcluirGreat post on "Pub Kei". As a professional chef i have to appreciate your work. Keep Posting useful posts like this. Keep in touch with my websites- Culinary Schools | Cooking Schools
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